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O que mudou em cada versão.

É o mesmo texto que o programa mostra depois de cada atualização, com os consertos escritos por extenso — conserto silencioso é o jeito de o mesmo defeito voltar.

5.0.0versão atual
  • Na Clínica, o Escritório (em dourado no menu): a administração da clínica no mesmo programa, com a mesma criptografia. Papéis novos, cada um com o próprio acesso e as próprias gavetas: Financeiro, Compras, CRC, Faturamento, RH e Marketing. Liga em Ajustes, com 30 dias de teste. Veja tudo o que ele faz.
  • Painel do escritório: o dia da clínica e do escritório numa tela — agendados, sala de espera, confirmação de amanhã, dinheiro do mês, contas, compras, equipe agora, tarefas, RH, CRC e convênios.
  • Compras: pede, a gerência ou o administrador aprova, recebe (parcial ou total, com a nota) e o estoque sobe; a conta a pagar nasce sozinha. O que foge do padrão chega em destaque.
  • Contas a pagar: fornecedores com CNPJ conferido, nota e boleto anexados e cifrados, parcelas, centros de custo, contas recorrentes, alçada de aprovação e relatórios.
  • Pagamentos dos dentistas: a conta-corrente de cada profissional, com adiantamentos, descontos e o pagamento do repasse. O dentista vê o próprio extrato.
  • CRC e marketing: confirmações com taxa por especialidade, faltosos, orçamentos parados, funil de leads, origem dos pacientes, campanhas e metas por atendente.
  • Convênios (opcional): tabela de procedimentos, guias, autorizações, lotes, recebimento e glosas. RH: ficha completa, férias, atestados, afastamentos, ASO, vacinas, EPI e o que vence em 30 dias. Recados e tarefas por canal.
  • Folha de ponto: entrada no primeiro login do dia e saída ao fechar o programa, conferida com rosto ou digital, só nos computadores da clínica e com a hora do servidor. Ajustes sempre com justificativa; espelho do mês para imprimir.
  • Computadores em outras redes: o escritório em outro roteador ou atrás de repetidores entra pela ponte, com o código da clínica e o código de 8 dígitos. Por dentro passa o mesmo HTTPS do programa — a ponte só vê bytes cifrados.
  • Abre junto com o Windows (Solo e Clínica, ligado por padrão) e o servidor dedicado da sala do TI: fechar a janela não desliga o servidor, ele sobe escondido e nele só o administrador entra.
  • Painel do dono aqui no site: o administrador liga em Ajustes e vê, em /painel-dono, o resumo de todas as suas clínicas, cifrado com a senha dele.
  • Trazer dados de outro sistema (Solo e Clínica): pacientes, agenda, financeiro, tabela, fornecedores, contas e funcionários, de Excel ou CSV, com prévia e desfazer.
  • Treinamento: catorze aulas novas, narradas pela Duda — a trilha Escritório inteira.
  • Consertos: a rede entre computadores aguentava mal muitos pedidos ao mesmo tempo (a sessão segura era reaproveitada sem o certificado do servidor); agora cada conexão confere o servidor de novo. Testado com 120 computadores juntos.
4.2.0
  • O atendimento de hoje. No Atendimento, a aba Hoje traz o plano aprovado com uma caixa de marcar em cada procedimento. Ao finalizar, sai o termo de atendimento com o que foi feito no dia, para o dentista e o paciente assinarem de qualquer um dos cinco jeitos. Finalizar a consulta na agenda também gera o termo.
  • Procedimento só com saldo. Marcar um procedimento como feito gasta o saldo da conta do paciente. Sem saldo, o programa não deixa: a recepção dá baixa no pagamento ou a gerência libera, com o motivo escrito. No Solo, você mesmo libera, com o motivo.
  • Como você entra. Cada pessoa escolhe, no seu computador: só a senha, a senha lembrada, a digital ou o rosto no lugar da senha, ou a senha mais a digital ou o rosto (dois fatores). O que fica guardado é lacrado pelo cofre do Windows da conta da pessoa, e a senha sempre funciona.
  • Aparelhos conectados: o programa reconhece sozinho o leitor de digital e a câmera ligados ao computador e avisa quando um entra ou sai.
  • Mapa profissional no Financeiro: autorizado, pago e executado mês a mês, num gráfico interativo, com a tabela dos números. Na Clínica, a gerência vê cada profissional e a comparação entre eles; o dentista vê o dele em Minha conta.
  • Aniversário do paciente: o nome ganha um bolinho em todas as telas, a ficha abre com confetes e o cartão de parabéns traz a mensagem pronta para o WhatsApp.
  • Na Clínica, contratos da equipe: contrato do dentista, termo de responsabilidade técnica, contrato da gerência e termo de confidencialidade (LGPD) da recepção, ASB, financeiro e laboratório — gerados no programa, assinados no papel com testemunhas e guardados pela via escaneada.
  • Na Clínica, repasse só com tudo assinado: cada procedimento entra no repasse quando estão assinados o contrato do dentista com a clínica, o contrato e os termos do paciente e o termo de atendimento do dia. O que falta aparece no extrato, e o valor entra no mês em que a última assinatura chega.
4.1.0
  • Treinamento: um menu novo com aulas do programa inteiro — vídeo narrado pela Duda, com legendas; passo a passo que acontece na tela de verdade, destacando cada botão; teste rápido; barra de progresso de cada pessoa e certificado. Os vídeos também estão abertos em /treinamento.
  • Cinco jeitos de assinar, nas abas da janela de assinatura: na tela, pela digital, pelo rosto (câmera com prova de vida, conferido no computador, sem internet, guardando só um desenho matemático cifrado — nunca a foto), no papel (imprime, assina e escaneia a via) e com o certificado digital ICP-Brasil do profissional (A1 ou token/cartão A3), que gera o PDF assinado no padrão PAdES para conferir em validar.iti.gov.br.
  • Na Clínica, o plano é de quem o fez: nenhum dentista apaga, cancela ou desmonta o plano de outro; quem fez só exclui antes de virar dinheiro; depois, só a gerência. Se alguém mexer por fora, o computador da gerência devolve a versão anterior e avisa.
  • Novos papéis: o responsável agora é o Administrador; entra o Gerente, que toca o dia a dia sem abrir prontuário; e o Responsável técnico supervisiona os prontuários de todos, cuida dos protocolos e recebe as pendências clínicas.
  • O contrato passou à versão 3.1, com as regras do rosto e do certificado digital.
4.0.0
  • Assinatura com a digital. Com um leitor Nitgen (Hamster III e família) na USB, dentista e paciente assinam termos, contratos e planos com o dedo, a baixa de pagamento é confirmada por quem recebeu e a recepção acha o paciente pela digital. Fica guardado só o modelo da digital, cifrado no cofre — o do paciente, só com o consentimento dele.
  • O contrato se faz sozinho. Plano aprovado, ou com o primeiro pagamento, ganha o contrato de prestação de serviços com os procedimentos, os valores e as condições; procedimento incluído depois vira aditivo. Fica pendente na ficha até as duas partes assinarem.
  • O paciente aprova o plano no celular, lendo os valores e o contrato, e assina ali mesmo — o plano vai fechado dentro do link, e a resposta volta fechada para o cofre do consultório.
  • Cada procedimento mostra se está pendente ou concluído, e o saldo do paciente aparece no tratamento.
  • Receita e atestado no papel: a ficha acompanha do “ainda não impresso” até a via assinada escaneada; na Clínica, o dentista manda para a fila da recepção, que imprime e escaneia.
  • Receber, financiar e fechar o caixa: recebimento com a foto do comprovante e a confirmação pela digital, financiamento acompanhado até o repasse da financeira e o caixa do dia contado, conferido e fechado.
  • Relatórios por forma de pagamento e por especialidade, e a Contabilidade em partidas dobradas, com exportação para o contador e para o TOTVS.
  • Na Clínica: desconto acima do limite e estorno esperam a responsável aprovar, a comissão pode ser diferente por especialidade e cada um fecha o próprio caixa.
  • Cobrança pelo Asaas da própria clínica — Pix, boleto e cartão recorrente — com baixa automática e nota fiscal de serviço, e o WhatsApp oficial para quem tem número próprio, com confirmação por botões.
  • Telas ao vivo: sala de espera, em atendimento, agenda, laboratório e pedidos de material se atualizam sozinhos, no ritmo que cada computador escolher — de tempo real a 15 s —, com filtros por dentista, especialidade, consultório, turno, horário, situação e paciente.
  • Estoque: pedido de compra, entrada por lote, inventário e o nível ideal de cada item. Pesquisa de satisfação pelo celular. Pendências num lugar só. E a Duda faz o resumo do paciente antes do atendimento. O contrato passou à versão 3.0.
3.1.0
  • Solo e Clínica na mesma versão, 3.1.0 — e a atualização é sempre uma versão só, instalada por inteiro, que reabre sozinha.
  • O ícone novo chega ao atalho da área de trabalho, do menu Iniciar e da barra de tarefas de quem atualizou.
  • O aviso de versão nova só aparece quando existe mesmo uma versão mais nova que a sua, e com o número dela.
  • Menu recolhível: um botão no pé do menu deixa só os ícones, e a tela ganha espaço.
  • Fotos e exames em tela cheia: a roda do mouse aproxima no ponto do cursor, arrastar leva a imagem para onde você quiser mostrar ao paciente, duplo clique alterna e dá para girar. PDF abre ali mesmo, com zoom.
  • O programa abre maximizado, ocupando a tela inteira.
  • A Duda ganhou o orbe animado, sabe muito mais sobre o próprio programa e responde do jeito que você escolher: Completa ou Prática. Conheça tudo em /duda.
  • Cada conta é de um programa. Quem é do Solo e quer a Clínica faz a mudança no site, em Perfil › Mudar para a Clínica — cadastro, plano e valores conferidos antes de confirmar. O contrato passou à versão 2.0.
3.0.1
  • Uma versão só, sempre. A atualização agora instala o programa inteiro, em silêncio, e reabre sozinho já na versão nova — no Solo e na Clínica. Acabou o “sistema de uma versão, instalador de outra”: quem estava assim recebe o instalador completo e volta a ter um número só. Ela baixa em segundo plano; se você fechar o programa sem clicar em instalar, ela se instala ao fechar.
  • Ícone novo. O dente sobre a cor de cada programa — verde no Solo (2.11.1), azul na Clínica (3.0.1) — com as partículas ao fundo, no instalador, no atalho, na barra de tarefas e no celular.
3.0.0
  • Nasce o Meu Consultório App | Clínica — um programa próprio para clínicas, em azul, instalado ao lado do Solo. Um acesso para cada pessoa: responsável, dentistas de produção, dentistas avaliadores, recepção, ASB, financeiro e laboratório, cada um vendo só o que o papel permite.
  • Cada ficha com a sua chave. O dentista abre só os pacientes dele (e os que a recepção liberar para todos); a recepção vê agenda e valores, nunca o prontuário. Quem sai da equipe perde as chaves na hora.
  • O computador da recepção vira o servidor e os outros se ligam a ele pela rede, com um código de 8 dígitos. Servidor desligado: os outros continuam lendo e voltam a gravar sozinhos quando ele volta.
  • Sala de espera ao vivo, do “Chegou” ao “Concluído”: quem chega aparece para todos os dentistas, o primeiro a clicar em Atender fica com o paciente, e finalizar exige retorno marcado, encaminhamento ou alta com revisão.
  • Repasse configurável por profissional (% da produção, % de avaliação conforme o paciente paga, por procedimento ou fixo), a conta corrente de cada dentista, salários e custos fixos lançados todo mês.
  • Pedidos de material com aviso grande para a ASB, estoque de instrumentais e esterilização, e o laboratório próprio com login.
  • Quem já usa o Solo leva os pacientes em um clique: vai o cofre cifrado, do jeito que está, e ele abre na Clínica com a mesma senha.
Versões anteriores — da 1.3.0 à 2.11.0
2.11.0
  • A conta do paciente na ficha. Pago, já feito, saldo e o que falta do plano, lado a lado. O pagamento entra na conta e cada procedimento feito abate do saldo; a consulta avulsa, paga na hora, fica de fora.
  • Agendado ou confirmado. A agenda separa quem só marcou de quem confirmou, com a aba Confirmar e a mensagem pronta para o WhatsApp.
  • Instrumentais e esterilização no Estoque: em uso, contaminado, em limpeza, na autoclave e disponível, com o ciclo de autoclave e o indicador anotados e o aviso de esterilização vencida.
  • Acabamento em todas as telas: botões da mesma altura, ícones quadrados e alinhados, colunas de valor à direita e o celular mais arrumado.
  • O exemplo ficou completo: “Carregar exemplo” agora enche todas as telas — semana na agenda, retornos para chamar, contas com saldo, fotos de antes e depois desenhadas e radiografias de exemplo.
  • Tem mais dentistas com você? Em Ajustes, o cartão da Clínica instala o novo programa e leva os seus pacientes.
2.10.3
  • A chave das fichas não fica mais legível no computador. Com o programa aberto, a chave do cofre fica guardada para a senha não ser pedida a cada tela. Essa cópia ia parar numa pasta interna do programa, legível, e continuava lá depois de fechar. Agora ela vai lacrada com um segredo que só existe enquanto o programa está aberto: fechou, o lacre não abre mais, e na próxima vez a senha é pedida. A pasta antiga é apagada ao abrir.
  • “Lembrar minha senha neste aparelho” ficou mais seguro. A senha lembrada passa a ser cifrada pelo próprio Windows, presa à sua conta do Windows. Quem já usava não precisa fazer nada: na primeira abertura ela é cifrada e, na seguinte, a cópia antiga é apagada.
  • As ferramentas do desenvolvedor (Ctrl+Shift+I) não abrem mais no programa instalado. Com o cofre aberto, elas eram uma porta direta para a memória da tela.
  • No celular: o aplicativo chega junto, na 2.10.3, com o botão Ocultar da voz da Duda e o negrito nas respostas.
2.10.2
  • Dá para esconder as opções de voz na tela da Duda. Um botão Ocultar na faixa de voz tira a faixa da frente, e a caixa de pergunta fica logo abaixo da conversa. Para trazer de volta, Opções de voz, ao lado de Perguntar. A escolha vale para este aparelho.
  • As respostas da Duda saem com o negrito certo. Antes, as palavras que ela destacava apareciam entre asteriscos — **assim**. Agora aparecem em negrito, como devem.
  • Esta é a primeira versão entregue pela atualização por dentro a quem já está na 2.10: o programa baixa, mostra a porcentagem e reabre já atualizado.
2.10.1
  • O programa volta a falar com a internet em computadores com antivírus ou proxy. Num consultório, o Chrome navegava normalmente e o programa ficava “sem internet”: a Duda dizia que não conseguia falar com o site e a atualização não conferia. A conexão do programa agora tenta o caminho de sempre e, se ele falhar, repete pelo mesmo caminho que o Chrome usa — e passa a preferir esse caminho dali em diante.
  • Quando mesmo assim não conectar, a tela diz o porquê, em letras pequenas, ao lado do aviso — para o suporte saber se foi o nome do site, o certificado ou a conexão.
  • Correção: na tela da Duda, as palavras em negrito do texto de boas-vindas quebravam a linha no meio da frase.
2.10.0
  • Atualizar não abre mais o instalador. Quando sai versão nova, o programa baixa sozinho, mostrando a porcentagem, e avisa: Instalar agora. Um clique, a tela de atualização aparece — a logo pulsando e a barra andando — e em poucos segundos o programa reabre já na versão nova. Sem as telas de “Avançar” do Windows e sem pedir permissão de administrador.
  • O instalador continua existindo para a primeira instalação e para quem prefere baixar o .exe e instalar do jeito de sempre. Nas raras versões que trocam o motor do programa, ele roda sozinho, em silêncio — o Windows pode pedir a permissão de administrador uma vez — e o programa volta aberto.
  • Uma atualização com defeito não prende ninguém do lado de fora. O pacote novo é conferido pela assinatura antes de ser usado e a cada abertura; se ele não conseguir abrir a primeira tela duas vezes seguidas, o programa volta sozinho para a versão que veio com o instalador. E “Voltar à versão original” continua em Ajustes → Versão.
  • Despedida ao fechar. A tela escurece até o preto e a logo aparece invertida — quadro branco, dente verde. Antes disso o programa termina de gravar o que estiver pendente: uma alteração feita no último segundo não fica mais para trás. No celular, a despedida aparece ao sair pelo botão voltar.
  • No celular: o botão voltar não para mais de navegar entre as telas depois de o aplicativo ir para o fundo e voltar.
2.9.0
  • Nova aba Encaminhamentos, no atendimento. Pedido de exame de imagem — periapical (com os dentes), interproximal, oclusal, levantamento periapical completo, panorâmica, telerradiografia com ou sem traçado, mão e punho, ATMs, seios da face, documentação ortodôntica e tomografia de feixe cônico (região, finalidade e guia) — cada um com ou sem laudo; e encaminhamento a colega de qualquer especialidade odontológica, com espaço para a contrarreferência. Mesmo papel A4 dos atestados, com PDF, impressão e assinatura.
  • O encaminhamento sai com o mínimo, como pede a LGPD. Nome, idade, o exame ou a especialidade e a indicação clínica. Alergias, medicamentos, condições de saúde, nascimento, CPF e telefone só entram se você marcar — e o que foi incluído fica no Registro.
  • A Duda ganhou uma voz neural, bem mais humana. No computador ela roda dentro do programa: nada do que ela fala sai da máquina. É baixada uma vez (cerca de 140 MB) quando você liga a voz. No celular, a Duda agora fala — com a voz feminina do Android que funciona sem internet. Voz masculina saiu das opções.
  • Tela de entrada. Ao abrir o programa, a logo aparece na hora, pulsando, até o sistema estar 100% pronto — sem aquele intervalo em branco que fazia clicar duas vezes.
  • Mais rápido com muitos pacientes. O menu calculava o Retorno varrendo todas as consultas para cada paciente, a cada desenho de tela. Com um consultório grande (700 pacientes, 9 mil consultas) cada tela levava meio segundo; agora leva centésimos.
  • Movimento suave. Trocar de tela, abrir uma janela e receber um aviso ganharam transições curtas; botões respondem ao clique. Quem pediu menos movimento no sistema operacional continua sem nenhum.
  • Excluir um paciente leva junto as receitas, atestados e encaminhamentos dele — antes eles ficavam no cofre, sem dono visível.
  • Correções: o botão “Parar de falar” não aparece mais com a Duda calada; o nome da voz não sai mais com “(natural)” repetido; e, no computador, uma atualização antiga da tela não passa mais na frente de um instalador mais novo.
  • Exemplo: a paciente de demonstração agora é Maria Eduarda de Oliveira, e o exemplo traz três encaminhamentos.
2.8.6
  • Celular e computador não apagam mais o que o outro fez. A sincronização era “o mais novo leva tudo”: o celular que mexia em qualquer coisa longe do Wi-Fi do consultório voltava com a versão dele inteira e passava por cima do computador — levando junto a Duda ligada lá, a senha única confirmada lá e até ficha cadastrada lá. Agora as duas versões são juntadas ficha por ficha: o que só um lado mudou, vale; o que é novo de qualquer lado, entra; só quando os dois mexem na mesma ficha vale o mais recente, e só naquela ficha.
  • A Duda continua ligada depois de reiniciar. Quem desligava era o celular, na sincronização acima — não o reinício.
  • “Unificar com a senha da conta” e a senha única não voltam mais a cada reinício. Quem marcou “manter liberado” abre o programa sem digitar senha — e era justamente esse caminho que abria o cofre sem trazer junto os dois envelopes (o da senha da conta e o da senha única). Os Ajustes pediam os dois de novo, e a primeira gravação do dia apagava o que tinha sido feito na véspera. Agora os dois vêm junto em qualquer caminho de abertura, e nenhuma gravação — do computador ou do celular — tira um envelope do arquivo.
  • A voz da Duda ficou menos robótica. Antes de falar, ela prepara o texto para o ouvido: “13:30” vira “uma e meia da tarde”, “R$ 1.350,00” vira “mil trezentos e cinquenta reais”, “02/10” vira “dia 2 de outubro”, “Dra.” vira “doutora” — em vez de soletrar símbolos. E fala frase por frase, com a pausa natural entre elas, em vez de uma tirada só. Dá para escolher a voz na tela da Duda e ouvir um exemplo; uma voz “Natural” instalada no computador passa na frente sozinha. Continua só voz do próprio computador: o texto não sai daqui para ser falado.
  • O “Carregar exemplo” agora enche o Laboratório — dois laboratórios e cinco trabalhos (coroa, ponte, prótese parcial, facetas e contenção), um deles atrasado, cada um com a sua despesa no Financeiro, ligada pelo mesmo caminho da tela: três a pagar e duas já pagas.
  • Trancar logo depois de editar não estraga mais o cofre. A gravação sai um segundo depois de cada alteração; quem apertava “Trancar agora” ou “Sair” nesse segundo deixava uma gravação para depois da tranca — e ela gravava o banco vazio e sem criptografia no lugar do cofre deste aparelho. Agora o programa grava antes de trancar, com a chave ainda aberta, e nada grava depois.
  • A senha única não é mais pedida todo dia. Colou uma vez, este computador obedece a ela até você gerar outra no site. Se a internet cair no meio da confirmação, o programa termina sozinho depois, sem pedir o código de novo. E se o site passar a ter uma senha única diferente (gerada em outro aparelho), aí sim o cartão avisa e pede a nova.
2.8.5
  • O Laboratório lança no Financeiro sozinho — em qualquer caminho. Antes a despesa só nascia no botão “Chegou”; registrar o trabalho já com o valor, ir direto para “Instalado” ou corrigir o valor depois não chegavam ao Financeiro. Agora, com o valor preenchido, a despesa aparece como conta a pagar desde o cadastro e acompanha tudo o que você mudar no trabalho. Na própria linha aparece “a pagar” ou “pago”, e o botão Pagar quita a mesma despesa do Financeiro.
  • E o caminho de volta também existe. Corrigir no Financeiro o valor de uma despesa que veio do Laboratório ou de uma compra do Estoque corrige a origem — o desconto do laboratório não é mais desfeito na próxima edição. Toda despesa ligada mostra de onde veio (“do Laboratório”, “do Estoque”), e apagá-la pergunta antes e acerta os dois lados. Despesa de laboratório que você já tinha lançado à mão é reconhecida e ligada, sem duplicar.
  • A Duda agora conhece a sua agenda. “Quem eu tenho amanhã às 13:30?”, “o que está atrasado no laboratório?”, “quanto entrou este mês?” — ela lê a agenda, o laboratório, o financeiro, o estoque e a lista de retorno deste aparelho na hora da pergunta, e responde com o nome do paciente: primeiro nome (os dois, se composto) e último sobrenome, com idade e final do telefone para separar homônimos.
  • E o nome continua não saindo do computador. Antes de a pergunta viajar, cada paciente vira um apelido — [P1], [P2] — que vale só para aquela pergunta; a IA responde com o apelido, e é o programa, na sua tela, que coloca o nome de volta. CPF, telefone, endereço, nascimento, anamnese, evolução e observações livres nunca vão.
  • A Duda pode falar. Ligando “Ouvir as respostas”, ela devolve duas versões: a escrita, técnica, que fica na tela, e uma curta e simples para ouvir. A voz é a do próprio Windows — o texto não sai do computador para ser falado. No celular a voz ainda não está disponível.
  • A Duda também aprendeu o programa inteiro: laboratório, lista de retorno, baixa automática do estoque, anamnese pelo WhatsApp, senha única, backup na nuvem e modo tablet entraram no que ela sabe.
2.8.0
  • O sistema, o site e o aplicativo passaram a ser a mesma coisa de olhar. Até aqui eram três tipografias diferentes para o mesmo produto — uma no site, outra no programa, outra nas peças — e era isso que fazia o conjunto parecer três empresas. Agora é uma família só, em todo lugar. A paleta não mudou: o verde continua exatamente o mesmo.
  • E a tipografia vem dentro do programa, não da internet. As fontes estão gravadas no próprio arquivo: o consultório com o link caído abre o sistema com a mesma cara de sempre, e não com a fonte padrão do Windows. Vale também para os documentos salvos em HTML — receita, atestado e termo saem com as fontes embutidas, para abrirem iguais no computador do paciente, do contador ou do advogado.
  • O site inteiro ganhou o botão de claro e escuro que o programa já tinha — a página de apresentação e também entrar, criar conta, recuperar senha, perfil, planos e baixar. Ele tem três estados, não dois: claro, escuro, e “o que o seu computador preferir” — clicar de novo no que já está devolve a escolha para o sistema. A escolha fica gravada no aparelho e vale nas próximas visitas.
  • A abertura do site ficou viva. Véus de luz que se movem devagar e partículas que sobem do rodapé e entram pelas laterais, nos dois temas. É tudo desenhado pelo próprio navegador — não há vídeo, não há biblioteca, não há nada para baixar, e quem tem “reduzir movimento” ligado no sistema recebe a página parada.
  • Cantos um pouco mais boleados em cartões, botões e campos. Parece detalhe e é o que separa uma tela que parece feita de uma tela que parece montada.
  • Os botões que são só um desenho ganharam nome. O lápis, a lixeira, a seta — quarenta deles não tinham texto nenhum. Para quem enxerga, o desenho basta; para quem usa leitor de tela, uma linha de paciente era “botão, botão, botão”. Agora cada um se anuncia pelo que faz. O texto continua invisível na tela: nada mudou de lugar.
  • Nenhuma função mudou. Agenda, prontuário, odontograma com as cinco faces por dente, receituário, atestados, termos, fotos, tratamentos, financeiro, estoque, laboratório, retorno, corrente, carimbo, vínculo com o celular e o cofre — tudo onde estava, com a mesma senha. A varredura inteira continua sendo a prova disso.
2.7.1
  • Três consertos do que saiu torto na 2.7.0. Nenhum deles apareceu num teste: os três só aparecem olhando a tela pronta, que é onde o programa é usado. Ficam escritos aqui porque conserto silencioso é o jeito de o mesmo defeito voltar.
  • Corrigido: o “08:00” da agenda saía cortado ao meio. A etiqueta da régua fica centrada na linha da hora, e centrar significa metade dela acima da linha. Sem folga no topo do quadro, essa metade caía para fora — e como todo dia começa na primeira hora, a única etiqueta sempre quebrada era justamente a primeira que se lê.
  • Corrigido: “No laboratório” lia-se “não laboratório”. Era a situação da peça que já foi enviada. Numa lista, batendo o olho, o “No” vira “não” e a linha diz o contrário do que é. Agora está “Com o laboratório” — que também é a verdade mais exata: a peça não está num lugar, está com alguém.
  • Corrigido: o Retorno contava a mesma pessoa até três vezes. Quem faltou, tinha orçamento parado e não voltava havia meses cabia em três faixas — e aparecia nas três, como se fossem três pacientes. Numa tela cujo trabalho é dizer quantas pessoas estão faltando, essa é a única conta que não pode errar. Agora cada pessoa aparece uma vez, na faixa mais urgente, e os outros motivos vêm como etiquetas na mesma linha: você continua vendo tudo o que há sobre ela, sem que ela vire multidão.
  • E o ícone do atalho, pela terceira vez — agora sem depender do Windows colaborar. O executável sempre esteve certo: tem os sete tamanhos da logo gravados dentro. O que está velho é o cache de ícones do Explorer, que é guardado por caminho de arquivo e por tamanho — por isso dava para ver, ao mesmo tempo, o dente na pasta (ícone de 16) e o átomo na área de trabalho (ícone de 96). O atalho agora aponta o ícone para um arquivo .ico próprio, instalado ao lado do programa: caminho novo não tem desenho guardado, então o Windows é obrigado a ler. Isto vem pelo instalador — quem atualiza por dentro não troca o instalador, então o atalho só se acerta na próxima instalação pelo .exe.
2.7.0
  • A agenda virou uma grade de tempo. Dia, semana e a lista de sempre. Cada consulta é um bloco com a altura da duração — 60 minutos é exatamente o dobro de 30 —, e é isso que faz o buraco ter tamanho: numa lista, uma hora vaga e cinco minutos de intervalo ocupam a mesma linha em branco, e “cabe um encaixe hoje?” vira conta de cabeça. Aqui se responde olhando.
  • Arraste para remarcar. Puxe o bloco para outro horário ou outro dia; puxe a borda de baixo para mudar a duração; clique num espaço vazio para agendar ali. Nada é gravado antes de você soltar, e Esc no meio desiste. Cada remarcação entra no registro com o de-para. No celular a grade é para olhar: arrastar com o dedo competia com a rolagem e movia consulta sem querer.
  • Duas consultas no mesmo horário ficam lado a lado, e não uma escondendo a outra. Marcação em dobro descoberta na hora em que os dois pacientes chegam juntos é o pior jeito de descobrir.
  • Nova aba: Retorno. Seis faixas — 🟠 orçamento não aprovado, 🔴 faltou à consulta, 🟡 não retornou, 🟢 retorno previsto, 🔵 tratamento incompleto, 🟣 manutenção atrasada. Ninguém preenche essa lista: ela é lida das consultas, dos tratamentos e dos orçamentos que já estão aqui, e a pessoa sai da faixa quando o motivo some. Quem já tem consulta marcada nunca aparece — é o que impede a lista de virar barulho.
  • E ela tem um número no menu, porque é a única tela que você não tem motivo para abrir: consulta você abre porque tem gente chegando; retorno é sobre quem não está chegando. Cada linha oferece o que fazer ali mesmo — chamar pelo WhatsApp com um texto que não começa cobrando, agendar, ou abrir a ficha.
  • Financeiro: quatro números que mudam o que se faz na semana. Ticket médio, taxa de falta, conversão de orçamento (em quantidade e em valor) e hora clínica, com a comparação do mês anterior. Mês com menos de cinco atendimentos avisa que a amostra é pequena em vez de fingir precisão, e mês sem movimento mostra um traço, não R$ 0,00 — zero seria uma afirmação sobre um mês do qual não se sabe nada.
  • O estoque passou a dar baixa sozinho. Diga o que cada procedimento gasta e, ao marcar a consulta como atendida, o material sai — do lote que vence antes, uma vez só, avisando o que saiu e com desfazer na tela. Sem ficha cadastrada nada é descontado: eu não chuto o que o seu consultório usa. E o saldo pode ficar negativo de propósito — o material saiu da gaveta de verdade, e o negativo é o programa dizendo que a contagem já estava errada antes.
  • Nova aba: Laboratório. Cada coroa, prótese ou placa com laboratório, prazo e situação. Ela responde duas perguntas, e as duas são sobre tempo: o que passou do prazo e o que tem consulta marcada antes da data prometida — que é o aviso que nenhum caderno dá, porque exige cruzar o prazo com a agenda, e é o que evita o paciente sentado esperando uma peça que não chegou. Receber com valor preenchido lança a despesa sozinho.
  • Backup do cofre na nuvem, opcional e desligado de fábrica. O que sobe é o mesmo bloco cifrado que já está gravado aqui, fechado com a chave da sua senha do cofre — o servidor guarda uma caixa que ele não tem como abrir. Continua não havendo chave-mestra: senha esquecida continua sendo perda total, inclusive do que está lá. Isto protege contra computador roubado, queimado ou perdido, e não contra esquecimento. Restaurar num computador novo pede a senha do cofre logo na primeira abertura.
  • O link da anamnese deixou de parecer golpe. Antes era um número de IP com porta, e a mensagem precisava pedir ao paciente para ignorar o aviso de “conexão não é particular” — que é exatamente o que um golpe pede. Agora é um endereço curto no domínio do consultório, com cadeado de verdade e sem aviso nenhum. E funciona fora do Wi-Fi da recepção: dá para mandar na véspera e o paciente chegar com a ficha pronta. As respostas continuam fechadas no telefone dele, com uma chave que só o seu cofre abre.
  • A Duda passou a responder odontologia. Perguntada por um dentista sobre qual fórceps usar, ela respondia “a escolha do instrumental é decisão clínica sua” e oferecia ensinar a registrar no odontograma. Isso não era cautela: era fugir da pergunta de um profissional dentro da profissão dele. Agora ela responde técnica, instrumental, material, passo a passo e dose de referência — como um livro responderia a um colega. O que ela não tem é o seu paciente: não examina boca, não recebe radiografia nem foto, e o exame, o diagnóstico e a responsabilidade continuam sendo seus.
  • Corrigido: as barras de rolagem sobrando no celular. Um comentário no código dizia, com toda a confiança, que no celular a gente não mexia nelas — e mexia. As regras valiam para todo mundo, e no Android declarar largura para a barra troca a barra flutuante, que some sozinha, por uma clássica, que ocupa espaço para sempre. Uma em cada caixa que rola.
  • Corrigido: o atalho com o ícone do Electron. O SHChangeNotify da 2.4.0 não bastou porque o cache de ícones do Explorer é indexado pelo caminho do executável, não pelo atalho — atalho novo apontando para o mesmo caminho herda o desenho velho. O instalador agora manda o Windows reconstruir o cache (ie4uinit) e ainda apaga e refaz o atalho.
2.4.0
  • A anamnese que o paciente preenche no celular dele, na recepção. Na aba Anamnese da ficha há um botão verde: ele abre o WhatsApp do paciente com um link só da anamnese. O paciente responde enquanto espera, e ao enviar aquilo cai direto na ficha dele, aqui.
  • E ele assina ali mesmo, com o dedo. No fim do formulário há a declaração de que leu as perguntas e respondeu a verdade, o nome completo e o quadro de assinatura — sem os três, o botão de enviar recusa. A anamnese chega na ficha assinada pelo paciente e esperando a sua: você lê no atendimento, assina, e só então ela tranca e entra na corrente, com elo e código de verificação, como qualquer outro documento assinado aqui. Documento sem assinatura não fecha nada.
  • O conteúdo não se edita — o que o paciente declarou sobre a própria saúde é declaração dele, e a clínica não reescreve. O botão de editar nem aparece, e a ação recusa mesmo se alguém tentar por fora. Correção se faz com uma versão nova, que fica ao lado, com o histórico inteiro visível.
  • E ninguém no meio do caminho consegue ler. Ao criar o link nasce um par de chaves: a que abre fica guardada dentro do seu cofre, atrás da sua senha; a outra vai no link. O celular do paciente fecha as respostas com ela, e o que trafega — e o que fica esperando no computador — é um pacote que nem o programa que o guarda sabe abrir. O link não diz o nome de ninguém, vale seis horas, morre assim que for respondido e não dá acesso a ficha nenhuma.
  • Corrigido — o celular vinculado recusava a senha certa. De novo, e por outro motivo. A 2.3.0 consertou metade. Faltava esta: o espelho das fichas no celular era guardado num lugar que só aceita uns 5 MB, e um consultório em uso passa disso com vinte fichas com foto. Quando passava, a gravação falhava em silêncio — o cofre do computador chegava, não cabia, o erro sumia, e o aparelho voltava a oferecer o cofre antigo dele. A tela dizia “Vinculado a MEU-PC, entre com a mesma senha do computador” e recusava exatamente essa senha. Parear de novo não adiantava: o teto continuava o mesmo. Agora o espelho mora no depósito grande do aparelho — o mesmo dos exames —, e o que o computador manda vale na hora, tenha ou não cabido.
  • Corrigido — um aplicativo recém-instalado não tinha como dizer “minhas fichas estão no computador”. A primeira tela do aplicativo é a da conta, e ali o botão de vincular só aparecia para quem já tinha vínculo. Sobrava um caminho só: digitar a senha — o que cria um consultório novo e vazio naquele aparelho. Uma ilha, com o seu nome e as fichas de ninguém. O botão do vínculo agora está lá, antes de qualquer cofre existir; e digitar a senha num aparelho já vinculado passou a buscar o cofre do computador em vez de fundar outro.
  • Agora o computador também escuta o celular. A conversa era de mão única: o celular sabia do computador na hora, e o computador só descobria o que o celular tinha gravado quando alguém fechava e abria o programa. Quem estava com a janela aberta jurava que o celular não tinha mandado nada. Agora chega sozinho, com o aviso “Chegou do celular” — e nunca por cima de uma janela que você deixou aberta.
  • Corrigido — “Senha incorreta” continuava aparecendo na hora errada. A mensagem da 2.3.0 se apoiava numa conta que só vale para cofres novos: nos antigos, qualquer senha “nasce” uma chave, então senha errada caía no recado do vínculo e mandava refazer um pareamento que estava perfeito. Agora, antes de acusar seja lá o que for, o aparelho pergunta ao computador. Se o cofre de lá abre com a sua senha, não havia defeito — o celular só estava com uma cópia velha, e ela acabou de ser trocada, sem você fazer nada.
  • Atualizar deixou de ser uma corrida de obstáculos. O programa pergunta direto ao GitHub, onde os arquivos moram, se saiu versão nova — e avisa. Em Ajustes → Versão, um botão baixa e instala, sem abrir o site e sem procurar arquivo nenhum.
  • E a atualização é completa. Ela baixa o instalador inteiro, e não só a tela: antes, uma versão que mexesse no programa por baixo deixava a interface nova rodando sobre o programa velho — duas metades que se dizem a mesma versão e não são. Agora o programa fecha, o instalador roda por cima, e volta tudo na mesma versão. As suas fichas não são tocadas: elas moram fora do programa. Antes de abrir qualquer coisa baixada, ele confere que é mesmo um executável do Windows e que tem tamanho de instalador — um erro salvo com nome de .exe não passa.
  • O aplicativo do celular também avisa quando saiu versão nova, perguntando ao seu computador — e o link que ele abre é o do próprio GitHub, sem passar pela página de downloads do site.
  • Corrigido: a tela de novidades sumia. Ela cedia a vez para a tela de boas-vindas ou para qualquer janela aberta na hora em que o sistema abria — e, depois de ceder, ninguém a chamava de novo. Quem atualizava e caía numa dessas telas nunca via o que tinha mudado. Agora ela espera a frente ficar livre e volta. E parou de reaparecer para sempre em quem a fechava no X, em vez do botão.
2.3.0
  • A Duda, assistente de IA do programa. Ela responde sobre o sistema — onde fica cada coisa, como se faz, o que aquele aviso quer dizer — e sobre o que você ensinou a ela em “Ensinar a Duda”: convênios, prazos, protocolos, o jeito da sua casa. Ela não aprende sozinha com as conversas, e nenhuma assistente desse tipo aprende: o que ela sabe da sua casa é o que está escrito naquela lista, que você abre, lê e edita. Não faz diagnóstico, não indica tratamento e não avalia risco clínico — a decisão clínica é sua. Vem desligada; ligue em Ajustes.
  • Nada que identifique alguém sai daqui. Antes de qualquer pergunta viajar, o programa troca por marcadores o nome do paciente em atendimento, o nome de qualquer outro paciente da sua agenda, o seu nome, CPF, telefone, e-mail, CEP, endereço e datas. Quem responde lê “[PACIENTE] relatou dor”. O limite honesto está escrito na tela: se o texto disser “a filha do prefeito”, filtro nenhum resolve — por isso você vê o que vai sair antes de enviar.
  • A Duda conhece o programa inteiro. A memória dela passou de 17 para 39 verbetes e cobre tela por tela: entrar, painel, agenda, ficha, atendimento, anamnese, odontograma, evolução, receituário, atestados, termos, fotos, arquivos, tratamentos, financeiro, estoque, registro, corrente, carimbo, backup, celular, assinatura, tabela de preços e ajustes. Entrou também a parte administrativa da rotina clínica: o que um prontuário precisa ter, o que faz uma boa evolução, por quanto tempo guardar (Resolução CFO 91/2009), qual termo cabe em cada caso, o que fazer quando o paciente some e como entregar documentação. Ela continua não dando diagnóstico, indicação de tratamento, escolha de material, dose nem leitura de exame — mas agora, em vez de só recusar, ela responde o lado que é dela: como registrar aquilo.
  • A busca dela ficou muito melhor. Pergunta sem acento agora acha (“como gero o orcamento” não trazia nada), e palavra comum deixou de abafar palavra rara — “paciente” aparece em quase toda pergunta e vencia tudo. Numa bateria de 35 perguntas escritas como um dentista escreve, o verbete certo passou de 18 para 35 em primeiro lugar.
  • Corrigido: “Senha incorreta” no celular recém-pareado, com a senha certa. Quem já tinha criado um acesso no próprio celular antes de parear ficava trancado do lado de fora: o celular continuava com o cofre antigo dele — mostrando o nome do consultório, então parecia pareado — e recusava a senha do computador, enquanto a própria tela mandava usar exatamente essa senha. A senha nunca esteve errada; o cofre é que era outro. Parear agora faz o cofre do computador valer, e o que estava no celular fica guardado à parte, sem ser jogado fora.
  • E a mensagem parou de mentir. “Senha incorreta” era dito para qualquer falha ao abrir. Agora, se a senha abre a chave e mesmo assim as fichas não abrem, a tela diz isso — em vez de mandar você duvidar da senha que sabe de cor.
  • A Duda no celular. Perguntando pelo celular, a pergunta sai pelo computador vinculado — é ele que tem a licença assinada e fala com o site. O texto é limpo no próprio celular, antes de sair: mesmo código, mesma limpeza. Sem vínculo a tela diz isso de cara, em vez de deixar você digitar a dúvida para só então avisar.
  • Corrigido — parear e sincronizar com o celular estavam quebrados. O programa tinha perdido as respostas que o celular procura (o aperto de mão, o cofre, o aviso de novidade e a licença). Quem tentou vincular o celular nas versões 2.2 recebia erro; agora volta a funcionar, sem refazer nada — é só atualizar o computador.
  • Corrigido — o segredo do pareamento não estava sendo exigido. Quem estivesse na mesma rede e achasse a porta conseguia listar e regravar os arquivos do consultório sem o código do vínculo. O conteúdo é cifrado e continua ilegível, mas a porta não podia estar aberta. Agora nenhuma resposta sai sem o segredo, e o modo somente-leitura também vale para o que chega do celular.
  • Corrigido — o endereço do paciente podia sair na pergunta à Duda. Nome, CPF, telefone, e-mail e datas já eram trocados por marcadores; o endereço só era, se aquele paciente estivesse em atendimento. Na tela da Duda não há paciente em atendimento — então a rua e o número passavam. Agora o endereço guardado em qualquer ficha é trocado também.
  • Um botão flutuante que fica onde você deixar. Fora da tela da Duda, ela vira um botão que você arrasta para o canto que quiser — ou esconde com um clique, e volta pelo menu. Clicando, abre uma caixa pequena de conversa por cima da tela em que você já estava, sem trocar de tela e sem perder o que você estava digitando.
  • O logo dela acompanha o nome em todo lugar, com “assistente de IA” escrito ao lado. Quem lê uma resposta precisa saber que quem respondeu foi uma máquina.
  • O “Carregar exemplo” agora enche também o estoque: itens com lote, um vencendo, um vencido, um abaixo do mínimo, as compras já lançadas no financeiro e baixas amarradas a um tratamento. Antes o Estoque era a única tela que abria vazia no exemplo — que é justamente onde o vazio não ensina nada.
  • Corrigido: as explicações dos modelos de termo mostravam as marcas de negrito escritas na tela (“<b>Não substitui</b>”) em vez do negrito.
  • Corrigido: o título das telas de Duda e Estoque aparecia como “undefined”.
2.2.1
  • Corrigido: a 2.2.0 não abria. O instalador saiu sem um dos arquivos do programa e ele parava logo no começo, com um erro de “módulo não encontrado”. Nenhuma ficha foi afetada — o programa nem chegava a abrir o cofre. Se você instalou a 2.2.0, instale esta por cima.
2.2.0
  • Estoque, ligado ao financeiro. Itens com nível mínimo e validade por lote. Registrar a compra lança a despesa sozinha, na categoria Materiais — você não lança duas vezes. Dando baixa vinculada a um tratamento, aparece na tela dele o custo do material e a margem real: o que entrou menos o que foi gasto. O painel avisa o que está acabando, o que vence em 60 dias e o que já venceu, e some quando não há nada a resolver.
  • Carimbo do tempo. A corrente prova que a ficha não mudou; o carimbo prova quando ela já existia, que a corrente sozinha não faz — a data dela sai do relógio deste computador. Configure em Ajustes → Carimbo do tempo o endereço da carimbadora que você contratar. Sai daqui só o código: a ficha não viaja. Carimba-se o topo da corrente, e um carimbo cobre tudo que veio antes — então um por dia de atendimento basta.
  • Ajuda de redação. Suas anotações telegráficas viram texto de prontuário, e o programa escreve mensagem para paciente e explicação de procedimento em linguagem simples. Nome, CPF, telefone, e-mail e endereço saem do texto aqui, neste computador, antes de qualquer coisa viajar — e voltam na resposta. Você vê o texto exato que vai sair, e pode editá-lo, antes de cada envio. O resultado é rascunho: nada entra na ficha sem você mandar. Não faz diagnóstico, não sugere tratamento e não avalia risco — é ajuda de escrita. Vem desligada; ligue em Ajustes.
  • A lupa de trocar de paciente agora tem “Trocar de paciente” escrito ao lado. Ícone sozinho obriga a descobrir por tentativa.
  • Corrigido: material vencido contava como saldo, e o aviso de “está acabando” ficava calado justamente quando parte do que estava na gaveta não podia ser usada.
2.1.0
  • Aba de esclarecimentos: 22 modelos de termo, prontos para imprimir. Cirurgia, siso e raiz residual, canal, implante, prótese, ortodontia, clareamento, condição de saúde separada por caso (anticoagulante, antirreabsortivo, diabetes, cardiopatia e outras), recusa de tratamento, pós-operatório, cuidados e não comparecimento, interrupção de tratamento, entrega de documentação e uso de imagem. Saem em A4 com as duas assinaturas — e os de cirurgia e de recusa saem também com espaço para duas testemunhas.
  • O sistema sugere o termo, você decide. Ele lê o odontograma, o plano e a anamnese: dente 38 marcado para extrair puxa o termo do siso, e não o da extração simples; anticoagulante na anamnese soma o termo da condição de saúde ao termo da cirurgia; cirurgia lançada na evolução oferece as orientações pós-operatórias. Cada sugestão diz de onde veio. Nada é emitido nem assinado sozinho.
  • Aba de fotos, com antes e depois lado a lado. As fotos ficam guardadas criptografadas junto com o prontuário, organizadas por caso. Guardar não depende de autorização, porque documentação clínica é dever legal; o que depende de termo assinado é a foto sair daqui — e são três autorizações separadas: documentação, ensino e publicidade.
  • O paciente sumiu no meio do tratamento? Passados 90 dias sem comparecer, o painel avisa e oferece o registro de interrupção — o único termo que só você assina. É a prova de quando o paciente parou de vir, que é justamente o que costuma faltar quando alguém volta dois anos depois.
  • Corrente dos documentos. Cada anamnese, evolução ou termo assinado pelas duas partes passa a levar o código do documento anterior dentro do seu próprio código. Alterar um documento antigo deixa de ser reescrever um registro e passa a exigir reescrever todos os que vieram depois, na ordem. Em Ajustes → Corrente dos documentos dá para conferir a corrente inteira a qualquer momento.
  • Trocar de paciente ficou onde a gente olha. A lupa ao lado do nome abre a lista com nome e telefone, com busca — e o atendimento continua aberto atrás, em vez de sumir.
  • Senha nova exige mais. Dez caracteres, com maiúscula, minúscula, número e símbolo. Quem já tem senha continua entrando com a que tem; a exigência vale para senha nova.
  • Excluir um paciente agora apaga também os arquivos e as fotos dele deste aparelho — antes o registro sumia da lista e a imagem ficava.
2.0.2
  • Os downloads passaram a ficar todos no site. O programa não guarda mais o aplicativo do Android para servir aos celulares da rede. Eram dois lugares publicando a mesma coisa, e o do computador vivia atrasado: dava para instalar no celular uma versão mais velha do que a do computador sem perceber. Agora existe um lugar só, e a página de instalação acompanha sozinha a versão mais nova publicada — o instalador do computador e o aplicativo do celular saem de lá. Quem já instalou o aplicativo não precisa fazer nada.
  • Em Ajustes → Aplicativo no celular ficou um botão que abre a página de instalação direto no navegador.
2.0.1
  • Excluir um tratamento agora acerta o financeiro junto. As cobranças em aberto dele saem do “A receber”, e o que já foi pago continua no caixa — esse dinheiro entrou de verdade. O programa avisa os valores antes de excluir. O mesmo passou a valer para excluir um paciente, que também não perguntava nada antes de apagar ficha, agenda e tratamentos.
  • Corrigido: o ícone do programa não aparecia no atalho nem na barra de tarefas.
2.0.0
  • O sistema agora tem conta. O cadastro é feito no site, uma vez, e o programa do computador e o aplicativo do celular só pedem o login. Quem já usava continua com as fichas onde estavam — nada foi mexido no que está gravado neste computador.
  • Quatorze dias de teste, sem cartão. Depois, a assinatura vale por plano: mensal, trimestral, semestral ou anual, com desconto quanto maior o período.
  • Assinatura em aberto não tranca ficha nenhuma. O programa entra em modo somente-leitura: ler, buscar, imprimir, gerar PDF e exportar o backup continuam funcionando igual — o que para é criar e alterar. Prontuário é do paciente e do dentista, e não fica preso a boleto.
  • O programa aguenta ficar sem internet. Ele confirma a assinatura de tempos em tempos e guarda uma autorização assinada; se a internet cair, continua trabalhando normalmente por até três semanas antes de pedir uma nova confirmação.
  • A sua senha continua não saindo daqui. Nem para entrar na conta: o que viaja é um resultado de 600 mil embaralhamentos feito neste computador, e não a senha. E a chave que abre as fichas continua sendo outra, que nunca sai da memória — nem eu nem ninguém do outro lado consegue abrir o seu cofre.
  • A numeração pulou de 1.11.5 para 2.0.0 porque o que mudou não foi uma função: foi o modelo do produto.
1.11.4
  • Os aplicativos do celular foram atualizados para o Android 16. A partir desta versão do Android, todo aplicativo é obrigado a desenhar por baixo da barra de status e da barra de navegação. O sistema passou a calcular sozinho a folga do topo e do rodapé — e a descontar o teclado quando ele sobe, para o campo em que você está digitando nunca ficar escondido.
  • A faixa atrás da barra de status agora segue a sua paleta. Ela pega a mesma cor de fundo do modo em que você está, claro ou escuro, e os ícones do relógio e da bateria trocam de tom para continuarem legíveis.
  • O programa do computador não mudou por dentro: subiu para a 1.11.4 só para ficar na mesma versão dos aplicativos, que é o que faz os dois conversarem por inteiro.
1.11.3
  • No receituário, o medicamento escolhido fica marcado. Enquanto estiver na receita, o botão dele aparece contornado — e clicar de novo no que já está escolhido tira da receita.
  • Sumiu a barrinha de rolagem que aparecia à direita das abas do atendimento. Ela nascia de um único pixel de sobra na altura, sem nada para rolar.
1.11.2
  • As barras de rolagem do computador ganharam as pontas arredondadas de verdade — e sumiu o coto de botão que aparecia no topo.
  • O celular agora mostra a versão em que está: no menu Mais e em Ajustes → Versão. Se ele estiver vinculado, a tela compara com a versão do computador e avisa quando as duas não batem.
  • A tela de novidades passou a aparecer no celular também. Ela não aparecia porque a marca de “já vi” morava no cofre, que os dois aparelhos compartilham — então quem abrisse primeiro consumia o aviso pelos dois. Agora cada aparelho tem a sua.
1.11.0
  • Sincronizar deixou de ser um botão. O que você faz no celular sobe para o computador logo depois de salvar, e o que muda no computador aparece no celular em seguida — sem apertar nada. O botão “Sincronizar agora” continua lá, mas só como atalho.
  • No celular, as tabelas viraram cartões. Receituário, financeiro, tratamentos: cada linha ocupa a tela inteira, com o nome da coluna ao lado do valor. Acabou o arrastar para o lado.
  • As abas do atendimento viram uma grade: as seis aparecem de uma vez, e sumiu aquele borrão cinza na beirada.
  • A visualização de documentos no celular passa a caber na largura da tela, inteira e legível, rolando só para cima e para baixo.
  • A ficha do paciente no celular: o nome ganhou a linha dele e os botões desceram para uma faixa própria, em vez de se atropelarem.
  • No computador, as barras de rolagem ficaram finas e arredondadas, e seguem o modo claro/escuro e a paleta que você escolher.
1.10.0
  • O celular passa a funcionar de qualquer lugar. Antes o vínculo só valia dentro do Wi-Fi do consultório. Agora, se você ligar os dois aparelhos numa rede privada (o programa ensina como, em Ajustes → Vincular o celular → Usar de qualquer lugar), o celular alcança o computador de qualquer Wi-Fi ou do 4G — sem expor nada na internet e sem mexer no roteador.
  • O cartão do vínculo agora separa os dois endereços e diz para que serve cada um: o de casa, que só vale no Wi-Fi daqui, e o de qualquer lugar, que não muda nunca.
  • O código de oito dígitos continua igual, e agora serve para os dois casos.
1.9.0
  • O aplicativo do celular agora se vincula ao computador. Antes, um aparelho recém-instalado era uma ilha: nascia sem conta e sem como achar o seu computador. Agora a própria tela de entrada tem “Já uso no computador: vincular” — você digita o endereço e um código de oito dígitos que aparecem em Ajustes → Vincular o celular, e as fichas descem para o celular, que abre com a sua senha de sempre.
  • O aviso de “conexão não particular” não aparece mais no aplicativo instalado: lá a conversa com o computador não passa mais pelo navegador.
  • No computador, o cartão do vínculo passou a mostrar o endereço e o código ao lado do QR, e ganhou um botão para renovar só o código — sem derrubar os aparelhos já vinculados.
1.8.0
  • O programa passou a se chamar Meu Consultório App — no atalho, na janela, no instalador e no aplicativo do celular. Quando você põe o nome do seu consultório em Ajustes, é ele que aparece na aba, como antes.
  • Corrigido: o botão de escolher o arquivo do aplicativo não fazia nada em algumas máquinas. Essa tela deixou de existir na 2.0.2.
1.7.0
  • O aplicativo do Android saía do próprio sistema: o arquivo ficava guardado no computador e os celulares da rede baixavam por ali. Isto valeu até a 2.0.1 — hoje o download é pelo site.
1.6.1
  • A versão do sistema agora aparece na tela de login e no canto da barra lateral — para você saber em que versão está sem precisar procurar.
  • Esta janela: depois de cada atualização, o que mudou aparece uma vez, no seu primeiro acesso.
1.6.0
  • Assinatura do profissional automática. Se você já cadastrou a sua assinatura em Ajustes, clicar em “Assinar (profissional)” assina na hora, sem prancheta.
  • A do paciente continua sendo colhida na tela, sempre.
  • Quando a sua assinatura for a última e for bloquear o documento, o sistema pergunta antes.
1.5.1
  • O vínculo com o celular ficou permanente: mesmo endereço e mesmo código a cada vez. Pareou uma vez, o celular reencontra o computador sempre.
  • Opção de ligar o vínculo sozinho quando o programa abre.
  • Botão para gerar um código novo, que desliga celulares perdidos.
1.5.0
  • Vínculo com o celular por Wi-Fi. O computador mostra um QR, o celular lê, e os dois passam a trocar as fichas — sem servidor no meio, com o cofre sempre fechado.
  • Instalação como aplicativo no celular: ícone na tela inicial, sem barra de navegador.
  • Todas as telas revisadas para as proporções do celular, com alvos de toque maiores.
1.4.0
  • Campos de senha legíveis no modo escuro — antes ficavam quase invisíveis.
  • Botão de exibir a senha em todos os campos, para conferir antes de confirmar.
1.3.0
  • A primeira tela passou a ser o login, com o cadastro logo abaixo para quem ainda não tem acesso.
  • Cores do sistema: oito paletas prontas e cores próprias para o modo claro e o escuro.

Todas essas versões vêm junto.

Não existe módulo cobrado à parte nem versão capada: quem assina recebe o sistema inteiro e cada atualização, pelo próprio programa.